Washington Araújo, carinhosamente chamado pelos amigos de Tom, era amigo de Shapoor Monadjem desde meados dos anos setenta. Por alguns anos (de 1982 a 1983) ele foi seu colega no serviço à Causa, ambos como membros da Assembléia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Brasil, na época operando em sua Sede em Vila Isabel no Rio de Janeiro. Anos depois, em 2017, Tom escreve a Shapoor: "Meu bom amigo, Hoje acordei pensando no senhor nessa imensa solidão maringaense, recordei do quanto tens me ensinado em dar forma prática a pensamentos muitas vezes abstratos. E óbvio, pensei um bocado no espírito de amor e abnegada devoção com que brindas a essa amada companheira que Deus lhe destinou por todos os mundos de Deus - a doce e sempre linda Bahereh Khanum..." "...Fato é que essa vida aqui é tão breve e tão curta que é uma pena deixar de dizer a quem amamos que os amamos. A vida pode ser curta, mas não precisa ser pequena. Porque sabemos como alargá-la." ..."Grande, saudoso abraço. Do seu Tom."
Reginaldo Macedo e Shapoor encontraram por uma relação familiar e próxima já no início dos anos setenta, quando Reginaldo, morando em Campinas na época, era um jovem professor em um cursinho e começava uma carreira como estagiário na Alfa-Laval, empresa Sueca que foi palco de uma carreira profissional longeva e fiel que o levaria a presidência, Os dois engenheiros e aparentados tiveram ao longo de três décadas, inúmeras conversas sobre a sociedade e como serví-la.
O começo de uma GRANDE AMIZADE, foi quando fui agraciado como Bahai. Com o saudoso Shapoor, começamos nossas viagens de ensino nos finais de semana na kombi do Sr. Miessler nas cidades de Taboão da Serra, Cotia, São Roque, Sorocaba, Mogi Guaçu, Mogi Mirim e Santos, e às quintas-feiras tínhamos uma reunião em Campinas com o mano da causa, Sr. Kase, onde íamos no seu Galaxie. Em 1997 vistei a Terra Santa com a Senoir minha esposa e minha filha Sara que tinha três anos, fomos convidados para um jantar em sua casa na Terra Santa onde ele servia como conselheiro, foi servido a luz de velas e a Sara começou a apagar as velas pensando que era aniversário. Sr. SHAPOOR e da. BAHERE sempre me tratava com um carinho muito especial e me deixava muito agraciado e feliz. É inesquecível suas partidas, mexeu muito comigo e que DEUS de a eles a melhor morada no eterno paraíso. A saudade será inesquecível e minhas orações serão diariamente dedicadas em suas eternas memórias. Foi um privilégio relatar estas pouquíssimas palavras. Que DEUS nos abençoe sempre
Dr. Aquiles é Professor Dr. com Doutorado pela Escola de Medicina da Universidade de São Paulo e Fellowship Clinico na Cleveland Clinic Ohio. Além de amigo da família em Maringá era o médico particular do Sr. Shapoor.
Rogério conheceu Shapoor Monadjem em 2017 por ocasião de uma relação comercial.
Ferial Sami Farzin, e seu marido Parviz, conheceram Shapoor quando mudaram-se do Perú para o Brasil. Eram refugiados vindos do Irã, após a Revolução Islámica entre dois grupos familiares, os Farzin e os Samoori. Sua residência em Brasilia no DF foi precedida por dificuldades na obtenção de visto de residência permanente. Shapoor, verteu recursos pessoais e profissionais para minimizar eases percalços. Muitos foram aceitos como refugiados religiosos, pois o Governo Brasileiro inéditamente adotou tal excessão em 1983 (após esforços da AEN junto ao Itamarati). Eventualmente Ferial, esposo e família transferiram-se à Manaus AM onde serviram na administração da ADCAM: Associação para o Desenvolvimento Coesivo da Amazônia.
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